segunda-feira, 6 de setembro de 2010

INSPEÇÃO VEICULAR




A inspeção veicular, em São Paulo, agora faz parte das obrigações anuais de todo motorista proprietário de veículo.
Dentre muitos impostos a pagar , ainda tem-se a preocupação de estar em dia com o Meio Ambiente na cidade.
Enfim, não podemos fugir disso, então vamos as dicas, para uma inspeção tranquila e sem retorno.

Itens verificados durante a inspeção visual:
Verificar a compatibilidade das características físicas do veículo – cor, categoria, combustível e placa – com as informações cadastradas no DETRAN.

São inspecionados os itens relacionados à emissão de poluentes:
Sistema de escapamento
Sistema de admissão de ar – filtros e mangueiras
Vazamentos aparentes
Emissão de fumaça em excesso
Nível de emissão de poluentes – CO, CO2 e HC
Mangueiras rasgadas, rachadas ou desconectadas
Ausência de cânister

A inspeção computadorizada - A inspeção computadorizada mede o nível de ruído do veículo (quando aplicável) e em seguida, é verificado também o nível de emissão de monóxido de carbono (CO), de hidrocarbonetos (HC) e diluição (percentual de CO e CO2) em rotação de marcha lenta e também a 2500 RPM para os veículos a gasolina, álcool e gás natural. Para os veículos a Diesel será medido a opacidade da fumaça.

A inspeção nos veículos a gasolina, álcool, FLEX e GNV - A inspeção em veículos do ciclo Otto é feita em três etapas, a pré-inspeção visual, a inspeção visual e a computadorizada. Os veículos aprovados na pré-inspeção visual, passam para a etapa seguinte, a inspeção visual. Do contrário, recebem o relatório de REJEIÇÃO e não prosseguem no processo. O veículo é submetido a inspeção visual, onde pode ser APROVADO ou REPROVADO. Em ambos os casos o veículo é encaminhado para a medição de gases. Nessa fase são verificados os níveis de emissão de monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC) e diluição (percentual de CO e CO2), em rotação de marcha lenta a 2.500 rpm. Para receber o certificado de APROVAÇÃO na inspeção é preciso que o veículo seja aprovado nas três etapas da inspeção. Se o veículo for reprovado na inspeção visual e aprovado na emissão de gases, receberá o RELATÓRIO DE REPROVADO esclarecendo as causas da reprovação. Os veículos aprovados recebem o CERTIFICADO e o SELO DE INSPEÇÃO, que será colado no vidro dianteiro. Os veículos flex realizarão a inspeção com o combustível (ou mistura) que estiver no tanque. Veículos movidos também a gás natural devem estar com ambos os tanques abastecidos com combustível suficiente para a realização da inspeção.
Como o veículo é considerado aprovado na inspeção - A inspeção será aprovada quando o veículo estiver em conformidade tanto na inspeção visual como na computadorizada. Os veículos aprovados recebem um certificado e um selo de inspeção que será colado no vidro dianteiro.


Diante do que foi exposto, procure um centro automotivo/oficina de confiança e faça uma revisão para inspeção veicular. A maioria dos centros automotivos hoje em dia, dispõe de um equipamento chamado "analisador de gases" que o ajudará nessa revisão.




segunda-feira, 19 de julho de 2010

O MOTOR


O motor é a fonte de energia do automóvel. Converte a energia calorífica produzida pela combustão da gasolina em energia mecânica, capaz de imprimir movimento nas rodas. O carburante, normalmente constituído por uma mistura de gasolina e ar (a mistura gasosa), é queimado no interior dos cilindros do motor.
A mistura gasosa é formada no carburador ou calculada pela injeção eletrônica, nos motores mais modernos, e admitida nas câmaras de explosão. Os pistões, que se deslocam dentro dos cilindros, comprimem a mistura que é depois inflamada por uma vela de ignição. À medida que a mistura se inflama, expande-se, empurrando o pistão para baixo.
O movimento dos pistões para cima e para baixo é convertido em movimento rotativo pelo virabrequim ou eixo de manivelas o qual, por seu turno, o transmite às rodas através da embreagem, da caixa de câmbio, do eixo de transmissão e do diferencial. Os pistões estão ligados ao virabrequim pelas bielas. Uma árvore de cames, também conhecida por árvore de comando de válvulas, movida pelo virabrequim, aciona as válvulas de admissão e escapamento situadas geralmente na parte superior de cada cilindro.
A energia inicial necessária para por o motor em movimento é fornecida pelo motor de arranque. Este engrena numa cremalheira que envolve o volante do motor, constituído por um disco pesado, fixado à extremidade do virabrequim ou árvore de manivelas.
O volante do motor amortece os impulsos bruscos dos pistões e origina uma rotação relativamente suave ao virabrequim. Devido ao calor gerado por um motor de combustão interna, as peças metálicas que estão em contínuo atrito engripariam se não houvesse um sistema de arrefecimento.
Para evitar desgastes e aquecimento excessivos, o motor inclui um sistema de lubrificação. O óleo, armazenado no cárter sob o bloco do motor, é obrigado a circular sob pressão através de todas as peças do motor que necessitam de lubrificação.

("Copyright (C) 2001-2002 - Direitos reservados e registrados pelo escritor Paulo G. Costa" )

quarta-feira, 9 de junho de 2010

INJEÇÃO ELETRÔNICA


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Alinhando e Balanceando

Continuando com as informações acerca da manutenção do seu carro, o artigo a seguir fala do que mais interessa á você: Alinhamento e Balanceamento de pneus.

Agora que você já sabe como e por que manter a calibragem correta e efetuar o alinhamento de rodas, entenderemos melhor esta operação e também o balanceamento, essencial para uma longa vida útil dos pneus.

Três parâmetros O alinhamento de rodas envolve ajustar, colocando dentro de parâmetros determinados pelo fabricante, três ângulos: convergência, câmber e cáster. Convergência é a abertura horizontal entre duas rodas de um mesmo eixo: se mais afastadas na frente, a direção é divergente; se mais abertas atrás, convergente. De modo geral, os carros de tração traseira utilizam rodas dianteiras convergentes, e os de tração dianteira, divergentes, pois a aplicação da potência tende a convergi-las.

Câmber ou cambagem é o posicionamento vertical das rodas. É positivo se as rodas convergem para baixo, ficando mais distantes no topo; negativo se ficam mais distantes no ponto de contato com o solo, convergindo para cima; e neutro ou nulo, se ficam perpendiculares ao solo. A tendência atual é o emprego de cambagem nula ou negativa, para melhor estabilidade em curvas.

Finalmente, cáster é o ângulo de inclinação do eixo do pino-mestre (que fixa a roda à suspensão) em relação à vertical e ao eixo longitudinal do veículo. Quanto maior o efeito do cáster, mais intenso será o realinhamento da direção após as curvas. Outra influência desse fator ocorre nas curvas: um cáster elevado torna mais negativa a cambagem da roda externa e mais positiva a da interna -- o que é ideal para melhorar a aderência dos pneus nessa situação. Por outro lado, um cáster menor faz a direção ficar mais leve. A diferença entre as rodas também é importante: cáster muito desigual faz a direção puxar para o lado em que o ângulo é menor.

Quando alinhar? De modo geral, o manual de cada modelo especifica os ângulos corretos de alinhamento e quais deles são passíveis de ajuste, pois em muitos carros é fixo o cáster e em alguns também o câmber. Esclarece ainda se o serviço deve ser efetuado nas rodas de trás. O alinhamento da traseira é fundamental para a segurança: se o projeto prevê rodas traseiras convergentes, por exemplo, rodar com elas divergentes (por desgaste ou devido a impactos) pode fazer o carro sair de traseira nas curvas.

Deve-se conferir o alinhamento sempre que houver forte impacto em buracos e obstáculos; quando for substituído qualquer componente de suspensão ou direção; houver desgaste excessivo ou de forma irregular nos pneus; ou o carro apresentar instabilidade nas curvas e nas frenagens. Mesmo que nada disso ocorra, é conveniente alinhar as rodas a cada 10 mil km para compensar o desgaste e a folga dos componentes.

Seja equilibrado Balancear ou equilibrar as rodas consiste em aplicar contrapesos em sua parte mais leve.O objetivo é compensar as diferenças de massa existentes na circunferência do conjunto roda-pneu.
Uma roda desbalanceada produz oscilações e vibrações que, além de desconforto aos passageiros, resultam em esforço e fadiga de componentes mecânicos -- como amortecedores, rolamentos, pivôs de suspensão e terminais de direção --, além de submeter o pneu a um desgaste irregular. Uma diferença de massa de apenas 50 gramas no pneu gera cerca de 40 kg de força a 70 km/h! Esse desequilíbrio pode ser provocado por variações de densidade do material, aro descentralizado ou desgaste irregular do pneu, sobretudo após freadas fortes com travamento de roda.
O balanceamento deve ser feito em média a cada 10 mil km ou sempre que for instalado novo pneu ou roda, for desmontado um pneu ou, ainda, houver oscilações no volante ou no carro todo. E sempre nas quatro rodas: o serviço apenas nas dianteiras, como alguns fazem, não elimina vibrações que podem prejudicar a suspensão traseira.

sábado, 22 de maio de 2010

PNEUS - PARTE I
















Para você, cliente ou futuro cliente do Centro Automotivo Formiga, disponibilizamos neste blog o que de melhor existe em informação para que esteja sempre por dentro dos serviços por nós oferecidos. Desta forma começa hoje, uma série de artigos, oriundos de fontes confiáveis , para que você saiba o porque do cuidado com os pneus e peças do seu automóvel. Faça a manutenção preventiva com as informações corretas .
Não se esqueça de acessar o site do CAF CENTRO AUTOMOTIVO FORMIGA !


PNEUS

Na pressão certa


Utilizar a pressão de enchimento, ou calibragem, correta é indispensável para obter estabilidade, conforto e durabilidade dos pneus. Pressão insuficiente deteriora o pneu: ele se aquece em demasia, sofre fadiga prematura da carcaça e desgaste excessivo nas bordas, o que reduz sua vida útil.
Como aumenta o atrito com o solo, o carro perde desempenho, consome mais e a direção fica mais pesada. Mais macia e flexível, a carcaça prejudica a estabilidade e o pneu fica mais sujeito a danos no impacto com buracos ou obstáculos. Em pista molhada, os sulcos por onde a água se escoa tendem a fechar, facilitando a aquaplanagem.

Demais também faz mal

Por outro lado, pressão excessiva também traz problemas. O pneu muito cheio oferece menor aderência ao solo. Por se apoiar mais no centro da banda de rodagem, ocorre desgaste irregular, o que também o condena mais cedo. A menor flexibilidade da carcaça pode melhorar a estabilidade, mas torna o carro duro e desconfortável, transferindo à suspensão uma carga maior de impactos e vibrações. E ainda tensiona a estrutura dos flancos, tornando-os mais sensíveis a cortes em piso com pedras.

A calibragem dos pneus deve ser semanal.

Como os medidores dos postos nem sempre são aferidos, o ideal é ter um calibrador portátil para verificá-los ainda em casa, com os pneus frios. É importante que o carro não tenha rodado mais de um quilômetro nem sido exposto ao sol nas últimas horas.

Isso porque a rodagem aquece o pneu, eleva a pressão e falseia sua medição em até 4 lb/pol2 (libras por polegada quadrada, tradução do inglês psi, pound square inches).

Mais cheio na estrada

Alguns motoristas conservam o conceito de reduzir a pressão durante uma viagem, temendo que o aquecimento faça o pneu estourar -- risco inexistente nos pneus modernos. O correto é aumentar a pressão em algumas libras antes do percurso, o que reduz o aquecimento e o desgaste. Se não houver recomendação a respeito no manual do veículo, podem-se acrescentar 2 lb/pol2 à pressão normal para rodar em velocidade por mais de uma hora.

Embora não submetido aos esforços dos demais pneus, o estepe também perde pressão. Deve-se calibrá-lo uma vez por mês com uma pressão superior em 5 lb/pol2 à maior utilizada nos outros pneus (carga máxima), para compensar as perdas que venham a ocorrer até sua eventual utilização.

Andando na linha

Ainda que a olho nu possam parecer paralelas e perpendiculares ao solo, as rodas de um carro trabalham com pequenas variações de posição. Essas medidas de alinhamento servem para corrigir deformações que ocorrem em componentes como buchas e rolamentos durante a rodagem. Se fossem exatamente paralelas, as rodas se afastariam do paralelismo quando o carro estivesse em movimento.

As especificações da geometria de suspensão podem se desajustar com o desgaste de componentes ou por impactos em buracos, lombadas e obstáculos. O desalinhamento da direção prejudica a estabilidade, pois os pneus deixam de trabalhar na posição prevista pelo fabricante. Ocorre também consumo prematuro e irregular da banda de rodagem, desgastando-a em "escamas", em "ondas" (diagonalmente) ou mais em um dos lados.

Fonte: http://www2.uol.com.br/bestcars/bestcars.htm

domingo, 9 de maio de 2010

CRIAÇÃO
















A palavra chave da criação do Formiga Centro Automotivo é : oferecer serviços com qualidade , pontualidade e honestidade.
Contamos com profissionais qualificados, equipados e com informações técnicas sempre atualizadas.

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