terça-feira, 17 de janeiro de 2012

AMORTECEDORES: CONCEITO E SUA IMPORTÂNCIA.





Amortecedor é uma peça do veículo automotivo que é destinada ao controle das oscilações da mola e também visa manter a roda em contato contínuo com o chão. O amortecedor ideal deve transmitir o menos possível os desníveis do terreno à carroceria e manter a roda sempre em contato com o chão. Quando as irregularidades do solo apresentam-se com pouca frequência, isto é, são distantes entre si, é bom que o amortecimento seja elevado, de modo a evitar que a carroceria continue a oscilar depois de superar o obstáculo; se, ao contrário, as irregularidades são frequentes (a pouca distância entre si ou devido à alta velocidade), o amortecedor deve ser bastante flexível, para impedir que contínuas oscilações sejam transmitidas à carroceria.

Com o aumento da velocidade do veículo, e portanto da frequência com que as irregularidades do piso se apresentam às rodas, crescem as forças de inércia aplicadas às massas não suspensas do veículo. Disso resulta o maior retardo com que as rodas conseguem adaptar-se às irregularidades da estrada; assim, para garantir eficiência, exige-se do amortecedor um progressivo enrijecimento com o aumento da velocidade.


Os amortecedores são itens fundamentais para a segurança do veículo. O mau estado de conservação afeta a dirigibilidade do automóvel, prejudicando, por exemplo, a eficiência do sistema de freios, o estado de preservação dos pneus e a força nas rodas de tração. Tão importante quanto planejar o destino da viagem com a família é fazer um check-up detalhado de todos os itens do carro.O ideal é que o motorista leve o veículo para revisão dos amortecedores a cada 10 mil quilômetros rodados.

Se for detectado algum problema, trocá-lo imediatamente. Além disso, é importante trocar preventivamente os amortecedores a cada 40 mil quilômetros.Vazamento de fluido ou sinais de desgaste das buchas de fixação podem ser indicadores de que é necessária a troca dos amortecedores.

Outro sinal é o desgaste irregular do pneu (quando apenas algumas partes do pneu sofrem desgaste).

Ao dirigir, o motorista também pode ficar atento ao comportamento do veículo para tentar identificar sinais de desgaste dos amortecedores. Problemas de estabilidade em curvas e desvio de trajetória em momentos de frenagem são sinais de que há problemas com esse item.

Fontes: http://pt.wikipedia.org

www.bbseguroauto.com.br

http://www.carroantigo.com/portugues/conteudo/curio_amortecedor.htm

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O MECÂNICO




Gostaríamos de, a partir de hoje publicar postagens sobre as funções dentro dos centros automotivos. E como primeira função, queremos falar do mecânico.
O que é um mecânico de autos, qual formação, características, etc..

Quem é o mecânico?

"O que repara e conserva veículos automotores como caminhões, ônibus, automóveis etc."
Fonte: Dicionário Michaelis

O que é ser mecânico de automóveis?

O mecânico é o profissional cuida da manutenção de veículos, motocicletas, motores e similares, desmontando, reparando, substituindo, ajustando e lubrificando o motor e peças anexas, órgãos de transmissão, freios, direção, suspensão e equipamento auxiliar, para assegurar-lhes condições de funcionamento regular. Esses profissionais utilizam ferramentas e instrumentos apropriados, para recondicionar o veículo e assegurar seu funcionamento regular. Essa profissão sofreu grandes transformações com o decorrer dos anos, limpou seu ambiente de trabalho, organizou sua clientela e aprendeu que para continuar no mercado é preciso se atualizar sempre.

Quais as características para ser mecânico de automóveis?

Para ser um mecânico, é importante ter além da habilidade, conhecimento técnico, noções de física e matemática, informática, metodologia na hora do conserto, e até mesmo um pouco de inglês e espanhol para auxiliar na leitura de manuais e apostilas técnicas.

Também, é interessante que apresente as seguintes características:

Agilidade, Vocação ,Flexibilidade,Capacidade de adaptação a novas situações
Habilidade com máquinas e motores,Atenção a detalhes,Interesse por novas técnicas e tecnologias,Raciocínio espacial e abstrato desenvolvido

Habilidade para trabalhar em equipe,Interesse em construir coisas,Capacidade de concentração,Senso prático,Interesse por computadores,Iniciativa

Precisão ,Dinamismo,Capacidade de organização

Qual a formação necessária para ser um mecânico de automóveis?

Para atuar como mecânico, não é necessário ter diploma em graduação, porém a educação básica é importante. Cursos profissionalizantes são oferecidos pelo mercado mas deve-se procurar escolas técnicas reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) tem os cursos mais específicos e também os mais procurados pelos aspirantes a mecânico. Além dos cursos, é muito importante que o profissional esteja sempre atualizado com o mercado, pois cada vez mais surgem inovações nessa ár
ea.

Na próxima postagem: principais atividades, áreas de atuação

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

INSPEÇÃO VEICULAR




A inspeção veicular, em São Paulo, agora faz parte das obrigações anuais de todo motorista proprietário de veículo.
Dentre muitos impostos a pagar , ainda tem-se a preocupação de estar em dia com o Meio Ambiente na cidade.
Enfim, não podemos fugir disso, então vamos as dicas, para uma inspeção tranquila e sem retorno.

Itens verificados durante a inspeção visual:
Verificar a compatibilidade das características físicas do veículo – cor, categoria, combustível e placa – com as informações cadastradas no DETRAN.

São inspecionados os itens relacionados à emissão de poluentes:
Sistema de escapamento
Sistema de admissão de ar – filtros e mangueiras
Vazamentos aparentes
Emissão de fumaça em excesso
Nível de emissão de poluentes – CO, CO2 e HC
Mangueiras rasgadas, rachadas ou desconectadas
Ausência de cânister

A inspeção computadorizada - A inspeção computadorizada mede o nível de ruído do veículo (quando aplicável) e em seguida, é verificado também o nível de emissão de monóxido de carbono (CO), de hidrocarbonetos (HC) e diluição (percentual de CO e CO2) em rotação de marcha lenta e também a 2500 RPM para os veículos a gasolina, álcool e gás natural. Para os veículos a Diesel será medido a opacidade da fumaça.

A inspeção nos veículos a gasolina, álcool, FLEX e GNV - A inspeção em veículos do ciclo Otto é feita em três etapas, a pré-inspeção visual, a inspeção visual e a computadorizada. Os veículos aprovados na pré-inspeção visual, passam para a etapa seguinte, a inspeção visual. Do contrário, recebem o relatório de REJEIÇÃO e não prosseguem no processo. O veículo é submetido a inspeção visual, onde pode ser APROVADO ou REPROVADO. Em ambos os casos o veículo é encaminhado para a medição de gases. Nessa fase são verificados os níveis de emissão de monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC) e diluição (percentual de CO e CO2), em rotação de marcha lenta a 2.500 rpm. Para receber o certificado de APROVAÇÃO na inspeção é preciso que o veículo seja aprovado nas três etapas da inspeção. Se o veículo for reprovado na inspeção visual e aprovado na emissão de gases, receberá o RELATÓRIO DE REPROVADO esclarecendo as causas da reprovação. Os veículos aprovados recebem o CERTIFICADO e o SELO DE INSPEÇÃO, que será colado no vidro dianteiro. Os veículos flex realizarão a inspeção com o combustível (ou mistura) que estiver no tanque. Veículos movidos também a gás natural devem estar com ambos os tanques abastecidos com combustível suficiente para a realização da inspeção.
Como o veículo é considerado aprovado na inspeção - A inspeção será aprovada quando o veículo estiver em conformidade tanto na inspeção visual como na computadorizada. Os veículos aprovados recebem um certificado e um selo de inspeção que será colado no vidro dianteiro.


Diante do que foi exposto, procure um centro automotivo/oficina de confiança e faça uma revisão para inspeção veicular. A maioria dos centros automotivos hoje em dia, dispõe de um equipamento chamado "analisador de gases" que o ajudará nessa revisão.




segunda-feira, 19 de julho de 2010

O MOTOR


O motor é a fonte de energia do automóvel. Converte a energia calorífica produzida pela combustão da gasolina em energia mecânica, capaz de imprimir movimento nas rodas. O carburante, normalmente constituído por uma mistura de gasolina e ar (a mistura gasosa), é queimado no interior dos cilindros do motor.
A mistura gasosa é formada no carburador ou calculada pela injeção eletrônica, nos motores mais modernos, e admitida nas câmaras de explosão. Os pistões, que se deslocam dentro dos cilindros, comprimem a mistura que é depois inflamada por uma vela de ignição. À medida que a mistura se inflama, expande-se, empurrando o pistão para baixo.
O movimento dos pistões para cima e para baixo é convertido em movimento rotativo pelo virabrequim ou eixo de manivelas o qual, por seu turno, o transmite às rodas através da embreagem, da caixa de câmbio, do eixo de transmissão e do diferencial. Os pistões estão ligados ao virabrequim pelas bielas. Uma árvore de cames, também conhecida por árvore de comando de válvulas, movida pelo virabrequim, aciona as válvulas de admissão e escapamento situadas geralmente na parte superior de cada cilindro.
A energia inicial necessária para por o motor em movimento é fornecida pelo motor de arranque. Este engrena numa cremalheira que envolve o volante do motor, constituído por um disco pesado, fixado à extremidade do virabrequim ou árvore de manivelas.
O volante do motor amortece os impulsos bruscos dos pistões e origina uma rotação relativamente suave ao virabrequim. Devido ao calor gerado por um motor de combustão interna, as peças metálicas que estão em contínuo atrito engripariam se não houvesse um sistema de arrefecimento.
Para evitar desgastes e aquecimento excessivos, o motor inclui um sistema de lubrificação. O óleo, armazenado no cárter sob o bloco do motor, é obrigado a circular sob pressão através de todas as peças do motor que necessitam de lubrificação.

("Copyright (C) 2001-2002 - Direitos reservados e registrados pelo escritor Paulo G. Costa" )

quarta-feira, 9 de junho de 2010

INJEÇÃO ELETRÔNICA


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Alinhando e Balanceando

Continuando com as informações acerca da manutenção do seu carro, o artigo a seguir fala do que mais interessa á você: Alinhamento e Balanceamento de pneus.

Agora que você já sabe como e por que manter a calibragem correta e efetuar o alinhamento de rodas, entenderemos melhor esta operação e também o balanceamento, essencial para uma longa vida útil dos pneus.

Três parâmetros O alinhamento de rodas envolve ajustar, colocando dentro de parâmetros determinados pelo fabricante, três ângulos: convergência, câmber e cáster. Convergência é a abertura horizontal entre duas rodas de um mesmo eixo: se mais afastadas na frente, a direção é divergente; se mais abertas atrás, convergente. De modo geral, os carros de tração traseira utilizam rodas dianteiras convergentes, e os de tração dianteira, divergentes, pois a aplicação da potência tende a convergi-las.

Câmber ou cambagem é o posicionamento vertical das rodas. É positivo se as rodas convergem para baixo, ficando mais distantes no topo; negativo se ficam mais distantes no ponto de contato com o solo, convergindo para cima; e neutro ou nulo, se ficam perpendiculares ao solo. A tendência atual é o emprego de cambagem nula ou negativa, para melhor estabilidade em curvas.

Finalmente, cáster é o ângulo de inclinação do eixo do pino-mestre (que fixa a roda à suspensão) em relação à vertical e ao eixo longitudinal do veículo. Quanto maior o efeito do cáster, mais intenso será o realinhamento da direção após as curvas. Outra influência desse fator ocorre nas curvas: um cáster elevado torna mais negativa a cambagem da roda externa e mais positiva a da interna -- o que é ideal para melhorar a aderência dos pneus nessa situação. Por outro lado, um cáster menor faz a direção ficar mais leve. A diferença entre as rodas também é importante: cáster muito desigual faz a direção puxar para o lado em que o ângulo é menor.

Quando alinhar? De modo geral, o manual de cada modelo especifica os ângulos corretos de alinhamento e quais deles são passíveis de ajuste, pois em muitos carros é fixo o cáster e em alguns também o câmber. Esclarece ainda se o serviço deve ser efetuado nas rodas de trás. O alinhamento da traseira é fundamental para a segurança: se o projeto prevê rodas traseiras convergentes, por exemplo, rodar com elas divergentes (por desgaste ou devido a impactos) pode fazer o carro sair de traseira nas curvas.

Deve-se conferir o alinhamento sempre que houver forte impacto em buracos e obstáculos; quando for substituído qualquer componente de suspensão ou direção; houver desgaste excessivo ou de forma irregular nos pneus; ou o carro apresentar instabilidade nas curvas e nas frenagens. Mesmo que nada disso ocorra, é conveniente alinhar as rodas a cada 10 mil km para compensar o desgaste e a folga dos componentes.

Seja equilibrado Balancear ou equilibrar as rodas consiste em aplicar contrapesos em sua parte mais leve.O objetivo é compensar as diferenças de massa existentes na circunferência do conjunto roda-pneu.
Uma roda desbalanceada produz oscilações e vibrações que, além de desconforto aos passageiros, resultam em esforço e fadiga de componentes mecânicos -- como amortecedores, rolamentos, pivôs de suspensão e terminais de direção --, além de submeter o pneu a um desgaste irregular. Uma diferença de massa de apenas 50 gramas no pneu gera cerca de 40 kg de força a 70 km/h! Esse desequilíbrio pode ser provocado por variações de densidade do material, aro descentralizado ou desgaste irregular do pneu, sobretudo após freadas fortes com travamento de roda.
O balanceamento deve ser feito em média a cada 10 mil km ou sempre que for instalado novo pneu ou roda, for desmontado um pneu ou, ainda, houver oscilações no volante ou no carro todo. E sempre nas quatro rodas: o serviço apenas nas dianteiras, como alguns fazem, não elimina vibrações que podem prejudicar a suspensão traseira.